A Agroicone foi fundada em 2013 pela união de um grupo de especialistas do ICONE - Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais. O nascimento da Agroicone resulta do amadurecimento de 10 anos de trabalho de uma coesa equipe produzindo estudos e pesquisas aplicadas e promovendo debates qualificados em temas globais do agro brasileiro e mundial.

A equipe possui grande experiência na execução de projetos ligados a temas como negociações e comércio internacional, segurança alimentar, questões regulatórias, inteligência de mercados, sustentabilidade, mudanças do clima, certificações, mapeamento e quantificação de tecnologias, além da montagem de conteúdos e estratégias de comunicação.

Formada por uma equipe multidisciplinar composta por agrônomos, economistas, advogados e matemáticos, com elevada qualidade acadêmica, os profissionais da Agroicone possuem expertise no desenvolvimento de ferramentas quantitativas para desenho de cenários e avaliação de impactos, além da gestão de projetos que requerem a combinação de geração de conhecimento e promoção de diálogos multistakeholders.

A Agroicone já nasceu com experiência internacional, uma vez que sua equipe já participou de projetos com interfaces com organizações de regiões como Estados Unidos, Europa, África, Ásia e Oceania.

Ela desenvolve estudos e projetos para diversas cadeias de valor, com especial destaque para: setor sucroenergético; carnes e lácteos; grãos; lavouras perenes (florestas plantadas e palma de óleo); bioenergia e produtos da agricultura familiar.


O QUE FAZEMOS

Expertise na análise do agronegócio global; construção de cenários e estudos de impacto e ferramentas para avaliação de sustentabilidade e regularização ambiental; e no desenvolvimento de ferramentas quantitativas para desenho de cenários de longo prazo

  • Análise do
    agro global

    Análise do
    agro global

    O Brasil é um dos mais importantes exportadores mundiais de produtos do agro e cerca de ¼ de tudo que é produzido pelo agro brasileiro é exportado. Estes fatos mostram que é cada vez maior a relevância da agricultura brasileira nos foros internacionais de comércio, energia, mudança do clima, segurança alimentar, biodiversidade, biotecnologia, inovação e tecnologia, entre outros.

    A Agroicone atua no acompanhamento e análises aplicadas às negociações internacionais de comércio e sustentabilidade, assim como desenvolve e utiliza inteligência sobre a dinâmica global da agricultura.

    Com 10 anos de experiência nos principais foros de negociações internacionais relacionados à agricultura – Organização Mundial do Comércio - OMC, Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima - UNFCCC, Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB e Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança – sua equipe dá suporte para empresas, associações e entidades agrícolas tanto no decorrer das negociações quanto nas análises de impacto e consequências das regras acordadas.

    Oferece:

    • Elaboração de documentos técnicos e estudos de abordagem econômica e jurídica que possam (i) questionar barreiras comerciais na OMC e seus Comitês e (ii) mensurar impactos relacionados a temas comerciais e ambientais;
    • Análise de medidas sanitárias e fitossanitárias;
    • Análise de padrões privados ao comércio e construção de estratégias setoriais voltadas para seu cumprimento ou questionamento;
    • Participação em reuniões de negociação e suporte junto aos negociadores brasileiros e demais órgãos envolvidos;
    • Análise e proposição de estratégias e posições institucionais sobre as negociações, além de ações de capacitação e comunicação relacionadas.

    Na área de inteligência aplicada, oferece suporte nos temas:

    • Demanda global de alimentos, energia e demais produtos agro;
    • Participação de países emergentes nos mercados agro e desafios e oportunidades relacionadas;
    • Oferta global de produtos agro, considerando competitividade e políticas públicas;
    • Análises de logística, disponibilidade de recursos naturais, transferência de tecnologia e outros temas correlatos ao desenvolvimento agro.

  • Modelagem
    aplicada

    Modelagem
    aplicada

    Com a crescente complexidade do agro e sua diversificação em cadeias de valor, mudanças no ambiente regulatório e exigências de sustentabilidade, é crescente a demanda por ferramentas de cenários e mensuração de impactos.

    Uma das importantes ferramentas desenvolvidas pela equipe da Agroicone é o Modelo Brasileiro de Uso da Terra (BLUM), um modelo econômico de análise e projeções para o agronegócio para os próximos dez ou vinte anos. Atualmente o BLUM cobre as seguintes atividades: pecuária (leite e corte), complexo soja, milho, algodão, arroz, feijão, trigo, complexo sucroenergético, carnes de frango e suína, ao passo que o módulo de floresta plantada está em desenvolvimento. Utilizando os resultados do BLUM, a equipe desenvolveu um modelo de alocação que permite avaliar a mudança do uso da terra e a expansão da agropecuária brasileira por microrregião do IBGE.

    Sua equipe está preparada para desenvolver modelagem aplicada de curto, médio e longo prazos para:

    • Projetar a dinâmica e a expansão dos principais produtos do agro com base em cenários macroeconômicos e de crescimento da demanda mundial;
    • Projetar impactos em preços decorrentes de choques de oferta e demanda;
    • Mensurar a mudança direta e indireta no uso da terra de lavouras e pastagens, ao estimar a necessidade por novas áreas devido à expansão da demanda por alimentos e combustíveis;
    • Estimar a intensificação da pecuária face à expansão da produção agropecuária;
    • Avaliar impactos das mudanças do clima (adaptação) e a contribuição do setor agrícola nas emissões de GEE (mitigação);
    • Mensurar e avaliar impactos de políticas públicas ambientais, comerciais e agrícolas, nacionais e internacionais, tais como desmatamento zero e Programa Agricultura de Baixo Carbono;
    • Estimar impactos da implementação de novas tecnologias no campo;
    • Projetar a participação da agricultura familiar nas cadeias do agro;

    No caso do setor sucroenergético, a equipe da Agroicone desenvolveu uma ferramenta para projetar a expansão da cana-de-açúcar, do etanol, do açúcar e da bioeletricidade que permite avaliar diferentes rotas tecnológicas no setor, tanto na fase industrial, quanto na fase agrícola.

  • Sustentabilidade e
    regularização ambiental

    Sustentabilidade e
    regularização ambiental

    As crescentes exigências de sustentabilidade demandam análises e estudos que permitam qualificar o seu debate, possibilitando diferenciar o agro brasileiro e promover a expansão sustentável considerando aspectos ambientais, sociais e econômicos. O monitoramento da performance socioambiental e a implementação de boas práticas agropecuárias exigem ferramentas específicas, com análises quali e quantitavivas, incluindo uso de Sistemas de Informação Geográficas (SIG).

    A regularização ambiental diante do novo Código Florestal demandará a avaliação dos déficits de cumprimento, a elaboração de projetos de recuperação de APPs e compensação de Reserva Legal, bem como ações voltadas para o cadastramento ambiental rural e a definição de alternativas que permitam fomentar o cumprimento da lei da forma mais custo eficiente. Além disso, há muitos temas relativamente novos que criam oportunidades para o setor agropecuário, agregando valor à produção sustentável, tais como a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação – REDD plus e a outras formas de Pagamento por Serviços Ambientais.

    A Agroicone dá suporte para governos, empresas, produtores e entidades privadas na construção de estratégias e implementação de projetos voltados tanto para o cumprimento de exigências ambientais, como para a agregação de valor pela produção com baixo impacto. A experiência da equipe nos debates sobre agricultura sustentável permite desenvolver projetos de:

    • Estudo de emissões de GEEs nas cadeias produtivas,
    • Dinâmica do uso da terra, com análises de intensificação de lavouras e pastagens;
    • Benchmarking e gap analysis (análise de gargalos) de iniciativas de certificações,
    • Estratégias para a regularização ambiental face ao Código Florestal;
    • Construção de estratégias setoriais e empresariais com base no conceito de melhorias contínuas das cadeias e planos de sustentabilidade pautados por informações científicas e indicadores adequados a realidades locais e regionais;
    • Análises de boas práticas agropecuárias que agreguem valor a produção sustentável;
    • Formulação e análises de políticas públicas a partir de diagnósticos ambientais e definição de metas ambientais;

  • Estratégias de
    comunicação

    Estratégias de
    comunicação

    A complexidade do debate sobre produção agropecuária sustentável exige dos produtores, associações e empresas das cadeias de valor do agro a capacidade de comunicar e reportar ações ligadas à adoção de práticas de baixo impacto, conservação e regularização ambiental, bem como iniciativas voltadas para incrementar a sustentabilidade da produção. Com a finalidade de desenvolver conteúdos, disseminar conhecimento e promover debates sobre temas transversais do agronegócio, a Agroicone desenvolve projetos para:

    • Criar conteúdo técnico e fundamentado em temas ligados a sustentabilidade das cadeias produtivas;
    • Traduzir informações técnicas do agro, de modo a simplificar temas complexos a serem disseminados para públicos diversificados;
    • Ministrar cursos para jornalistas e treinamento in house sobre os grandes debates ambientais da atualidade (desmatamento zero e desmatamento líquido zero, práticas de baixo carbono, conservação da biodiversidade, uso racional da água, entre outros);
    • Promover diálogos com diferentes stakeholders a fim de se construir consensos sobre temas complexos;
    • Ser facilitador em diálogos que busquem criar soluções ganha-ganha para as partes envolvidas.

Mais estudos e projetos + ESTUDOS E PROJETOS


  • Análise socioeconômica e ambiental da produção de etanol de milho no centro-oeste brasileiro

    A produção de etanol de milho no Brasil chama a atenção pela velocidade de expansão e pelos volumes de investimentos. A tecnologia ainda é uma novidade em solo brasileiro cujos impactos são pouco conhecidos.Seguindo essas premissas, o policy bri...

    07/06/2018

    Análise socioeconômica e ambiental da produção de etanol de milho no centro-oeste brasileiro

    Etanol de Milho_red.jpg

    A produção de etanol de milho no Brasil chama a atenção pela velocidade de expansão e pelos volumes de investimentos. A tecnologia ainda é uma novidade em solo brasileiro cujos impactos são pouco conhecidos.

    Seguindo essas premissas, o policy brief produzido, a partir do Projeto Iniciativa para o Uso da Terra (INPUT), teve como objetivo analisar os impactos socioeconômicos, as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e uso da terra da implantação da indústria de etanol de milho no centro-oeste brasileiro, tendo como referência o caso concreto de uma indústria autônoma instalada em Mato Grosso (MT).

    Em linhas gerais, os resultados permitem a conclusão de que a indústria de etanol de milho tem grande potencial para gerar renda e emprego no estado de MT e no Brasil. Ao mesmo tempo, a análise de ciclo de vida evidencia um potencial importante para a redução de emissões de GEE quando comparado com gasolina e até mesmo com etanol de milho dos EUA. Em particular, quando considerado o aspecto de mudança de uso da terra, são ressaltadas especificidades de agricultura no centro-oeste brasileiro pouco compreendidas na literatura internacional. Há, portanto, evidências suficientes para recomendar o fomento da indústria de etanol de milho no Brasil nas condições avaliadas neste estudo.

    Para conferir todos os detalhes do estudo e realizar o seu download, clique aqui.


    Fonte: Agroicone

    Autor: Redação

  • 12 milhões de hectares em 12 casos reais - Modelos econômicos para fomentar a restauração ecológica no Brasil

    Estudo aponta planos de investimento e modelos de negócio para a recuperação florestalA partir da análise de 12 casos concretos, nos 3 maiores biomas brasileiros, a pesquisa identificou os requisitos necessários para a criação de um programa de ...

    16/03/2018

    12 milhões de hectares em 12 casos reais - Modelos econômicos para fomentar a restauração ecológica no Brasil

    Estudo aponta planos de investimento e modelos de negócio para a recuperação florestal


    A partir da análise de 12 casos concretos, nos 3 maiores biomas brasileiros, a pesquisa identificou os requisitos necessários para a criação de um programa de financiamento


    São Paulo, 16 de março de 2018 – A Agroicone, empresa que tem como motivação a produção de pesquisas e estudos em prol de uma agricultura sustentável, apresenta, em parceria com o banco KfW e o Ministério Federal Alemão de Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ), o estudo “12 milhões de hectares em 12 casos reais”, que tem como principal objetivo guiar os interessados em financiar atividades de recuperação da vegetação nativa e adequação ambiental no Brasil.


    A pesquisa, que reúne diferentes mapas, estudos, análises da distribuição de crédito e das legislações estaduais, tem como diferencial a imersão em 12 casos concretos de produtores rurais, localizados nos 3 maiores biomas brasileiros – Amazônia, Mata Atlântica e Cerrado. Com base nesse contexto, foi possível identificar os principais obstáculos e incentivos por meio da ótica microeconômica do produtor rural. A pesquisa levou em consideração os investimentos necessários para promover a regularização ambiental – exigida pelo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012) – com e sem financiamento, tomando por base as linhas de crédito já existentes.


    “Verificamos que havia oferta de crédito, mas a demanda ainda era tímida devido, sobretudo, às incertezas jurídicas e à necessidade de maior conhecimento sobre recuperação florestal e seus benefícios, não apenas ambientais, mas também econômicos”, afirma Marcelo Moreira, sócio da Agroicone responsável pelo projeto.


    Frente a essa problemática, o estudo investigou os gargalos, as motivações dos produtores para a tomada de financiamento e, principalmente, quais modelos de negócio poderiam beneficiá-los.


    Notou-se que os gargalos circundavam a necessidade de julgamento do Código Florestal – já realizado em fevereiro deste ano – e, consequentemente, o estabelecimento de legislações estaduais (Programas de Regularização Ambiental - PRA) claras, assim como definições de compensação ambiental. As motivações são diversas, mas perpassam por questões regulatórias, pela geração de renda, facilidade de compreensão da regulamentação e por condições especiais de crédito. Já os modelos de negócio podem ser variados, tendo destaque para a solução do passivo com recursos próprios, a sinergia no campo – com planejamento conjunto de atividades de recuperação com a principal –, e a possibilidade de implementação de modelos de revegetação com aproveitamento econômico e de regularização em outras propriedades, no caso da compensação de Reserva Legal.


    “Conseguimos traçar um cenário que pode servir como base para a elaboração de um programa de financiamento mais afinado com a realidade. O contexto trazido pelo estudo permite a criação de uma linha que atenda as motivações dos demandantes: os produtores rurais que precisam se regularizar”, ressalta Karim ould Chih, gerente de projetos principal do KfW.


    Voltando-se ao produtor rural, que tem um importantíssimo papel na conservação ambiental, o principal ponto que deve ser levado em consideração é o benefício da recuperação com geração de renda – dentro das especificações do órgão regulador. “Ao ser apresentado à essa alternativa, ele consegue vislumbrar como produzir e conservar, melhorando sua rentabilidade. A recuperação florestal deixa de ser apenas perda de área e ele passa a enxergá-la como um novo negócio, ocupando cada espaço de sua propriedade, principalmente as áreas subutilizadas”, destaca Marcelo.


    Assim, é importante que o produtor busque soluções técnicas e financiamento em sinergia com a atividade principal da propriedade e, para tal, é necessário conhecimento das regras e do mercado consumidor regional dos produtos dos projetos de recuperação (madeira, frutos e outros). “O financiamento precisa ter prazos de repagamento adequados e definir com clareza o público-alvo, pois há uma diversidade de condições e motivações”, completa Karim.


    O arquivo completo do estudo pode ser acessado abaixo.


    180316123813_Agroicone-12 em 12-KfW-2017.pdf

    Fonte: Redação

    Autor: Agroicone

  • IES-Brasil - Implicações econômicas e sociais de cenários de mitigação de gases de efeito estufa no brasil até 2030

    O IES-Brasil analisou as implicações econômicas e sociais da adoção de diferentes conjuntos de medidas de mitigação de emissões de GEE no Brasil até 2030. Além deste foco, outro diferencial do IES-Brasil em relação a exe...

    05/09/2016

    IES-Brasil - Implicações econômicas e sociais de cenários de mitigação de gases de efeito estufa no brasil até 2030

    ies-brasil.png

    O IES-Brasil analisou as implicações econômicas e sociais da adoção de diferentes conjuntos de medidas de mitigação de emissões de GEE no Brasil até 2030. Além deste foco, outro diferencial do IES-Brasil em relação a exercícios anteriores foi a utilização de um Comitê de

    Elaboração de Cenários (CEC), composto por especialistas do governo, do setor produtivo e da sociedade civil.

     

    Este grupo formulou as hipóteses de dois cenários selecionando medidas de mitigação adicionais à extensão dos planos governamentais em andamento, com custos abaixo de US$20/

    tCO2 e (cenário MA1) e US$100/tCO2 e (cenário MA2). O estudo também avaliou os impactos macroeconômicos e sociais no Brasil da adoção de uma taxa global de carbono sobre a queima de combustíveis fósseis, com esses mesmos valores (cenários MA1+T e MA2+T).

     

    Algumas de suas conclusões confirmam estudos anteriores. Outras são inovadoras, devido à natureza pioneira do estudo. A seguir, as principais conclusões do IES-Brasil, agrupadas nestas duas categorias.

     

    A Agroicone foi responsável pelos estudos sobre setor de Agricultura, Floresta e Outros Usos da Terra (AFOLU). Os pesquisadores que participaram do projeto foram: André Nassar, Marcelo Melo Ramalho Moreira, Leila Harfuch, Willian Kimura, Luciane Chiodi Bachion, Rodrigo Lima e Wilson Zambianco. 

     

    Os documentos referentes ao estudo estão disponíveis em:


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  • Sustainable bioproducts in Brazil: disputes and agreements on a common ground agenda for agriculture and nature protection

    Gerd Sparovek, University of São Paulo, Piracicaba, Brazil  Laura Barcellos Antoniazzi, Agroicone, São Paulo, Brazil Alberto Barretto, Brazilian Bioethanol Science and Technology Laboratory, Campinas, Brazil Ana Cristina Barros, Ministry of Environment of Brazil...

    24/03/2016

    Sustainable bioproducts in Brazil: disputes and agreements on a common ground agenda for agriculture and nature protection


    Gerd Sparovek, University of São Paulo, Piracicaba, Brazil 
    Laura Barcellos Antoniazzi, Agroicone, São Paulo, Brazil
    Alberto Barretto, Brazilian Bioethanol Science and Technology Laboratory, Campinas, Brazil
    Ana Cristina Barros, Ministry of Environment of Brazil, Brasília, Brazil
    Maria Benevides, ANDI Comunicação e Direitos, Brasília, Brazil
    Göran Berndes, Chalmers University of Technology, Gothenburg, Sweden
    Estevão do Prado Braga, Suzano Pulp and Paper, São Paulo, Brazil
    Miguel Calmon, International Union for Conservation of Nature, Washington D.C., USA
    Paulo Henrique Groke Jr, Ecofuturo Instituto, São Paulo, Brazil
    Fábio Nogueira de Avelar Marques, Plantar Carbon, Belo Horizonte, Brazil
    Mauricio Palma Nogueira, Agroconsult, Florianópolis, Brazil
    Luis Fernando Guedes Pinto, Imaflora, Piracicaba, Brazil
    Vinicius Precioso, Avesso Sustentabilidade, São Paulo, Brazil




                      Interseccao Artigo BioFpr.png



    Abstract: A key question for food, biofuels, and bioproducts production is how agriculture affects the environment, and social and economic development. In Brazil, a large agricultural producer and among the biologically wealthiest of nations, this question is challenging and opinions often clash. The Brazilian parliament and several stakeholders have recently debated the revision of the Forest Act, the most important legal framework for conservation of natural vegetation on Brazilian private agricultural lands. Past decades have shown improvements in the agricultural sector with respect to productivity and effi ciency, along with great reductions in deforestation and growth of environmentally certifi ed production.


    However, the opposing sides in the debate have ignored this progress and instead continue to entrench their respective combative positions. A structured exchange involving nine experts associated with major producer interests (livestock, crops, planted forest, and charcoal) and environmental NGOs was moderated based on a framework that sorted viewpoints into four categories: (i) common ground – compatible interests considered to be high priority for Brazilian sustainable agricultural development; (ii) serving exclusive nature conservation interest; (iii) serving exclusive agricultural production interest; and (iv) mainly serving the purpose of sustaining dispute. We conclude that the majority of actions and expected future trends refl ect achievements and ambitions to balance production and conservation, but much public opinion – and in turn decisions in the parliament and government for agriculture and conservation – is shaped by a perceived confl ict between these objectives and a debate that has become, at least to some extent, an end in itself. 



    © 2016 Society of Chemical Industry and John Wiley & Sons, Ltd

    Keywords: Brazil, Agriculture, Environment, Forest Act, Dispute, Sustainability


    160324154944_Sparovek-et-al-2016-Biofuels,-Bioproducts-and-Biorefining.pdf
  • GTPS: Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development

    O documento “Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development”, do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-B...

    02/03/2016

    GTPS: Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development

    Apresentação1.png

    O documento “Brazilian Livestock and its Contribution to Sustainable Development”, do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), realizado em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), tem o papel de promover um  debate construtivo sobre como a pecuária pode contribuir com a segurança alimentar, reduzir emissões de gases de efeito estufa, promover a recuperação de pastagens e a conservação ambiental.

     
    A publicação foi estruturada nos seguintes pilares: redução do desmatamento, implementação do Código Florestal, recuperação de pastagens degradadas, uso da água e expansão sustentável da pecuária.

    Acesse o documento completo em inglês neste link.
     

EQUIPE




Rodrigo C. A. Lima
Sócio-diretor
Advogado com expertise em comércio internacional, barreiras não-tarifárias e desenvolvimento sustentável. Acompanha as negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC), da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima e do Protocolo de Quioto, da Convenção sobre Diversidade Biológica, do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, do Protocolo de Nagoya e outras questões regulatórias relacionadas ao setor agrícola. Desenvolve projetos voltados para promover a sustentabilidade das diferentes cadeias agrícolas, envolvendo o engajamento de stakeholders com o enfoque de aprimoramento contínuo e ganhos mútuos. Autor do livro "Medidas sanitárias e fitossanitárias na OMC: neoprotecionismo ou defesa de objetivos legítimos" e doutorando em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e mestre em Direito Internacional pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


Leila Harfuch
Sócia-gerente
Coordenadora técnica do Modelo Brasileiro de Uso da Terra (BLUM), tem desenvolvido ferramentas quantitativas aplicadas ao agronegócio, agricultura familiar, comércio internacional, mudança do clima e meio ambiente. Foi pesquisadora visitante na University of Illinois em Urbana-Champaign, trainee em finanças e investimentos na IGC Partners e consultora júnior do Banco do Brasil no PROGER (Projeto de Geração de Emprego e Renda) do Governo Federal. Economista pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR) e doutora em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP).


Luciane Chiodi Bachion
Sócia
Especialista em modelagem matemática e econométrica, análise da dinâmica dos setores agrícolas e temas ambientais. Coordenou pesquisas na área de sustentabilidade da produção agrícola, de comércio internacional e de inteligência de mercado para as cadeias agrícolas. Participou do desenvolvimento do Modelo Brasileiro de Uso da Terra (BLUM) e no desenvolvimento do "Outlook Brasil 2022: projeções para o agronegócio", como responsável pela modelagem e análise do setor de grãos. Atuou em em modelagem estatística, utilizando a abordagem Bayesiana e de séries temporais em Madrid e São Paulo. Licenciada em Matemática pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Mestre em Comércio Exterior pela Universidade Carlos III de Madrid e em Economia Aplicada pela Universidade de São Paulo (ESALQ / USP).


Laura Barcellos Antoniazzi
Sócia
Especialista em agricultura e sustentabilidade. Acompanha e já participou de estudos e projetos em diálogos multistakeholders visando à sustentabilidade de cadeias agroindustriais, trabalhou em projetos apoiados pelo Banco Mundial, Fundação Bill e Melinda Gates, Iniciativa Holandesa para o Comércio Sustentável (IDH), UNICA, BRACELPA, e APROSOJA. Coordenou a RedeAgro, projeto de comunicação estratégica para cadeias agroindustriais brasileiras. Engenheira Agrônoma e mestre em Economia Aplicada pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), especialização em "Manager para Desenvolvimento Sustentável", pela organização italiana FormAmbiente de Nápoles.


Marcelo Melo Ramalho Moreira
Sócio
Especialista do setor sucroenergético, energias renováveis, agronegócio e sustentabilidade. Possui forte expertise em pesquisas quantitativas e qualitativas, com foco em projeções e simulações econômicas. Sua experiência internacional inclui palestras para o Departamento de Energia dos EUA, Agência Internacional de Energia, Global Bioenergy Partnership, além de missões científicas no âmbito dos Memorandos de Entendimento para colaboração científica em bioenergia com Índia e com EUA.
Economista pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), mestre em Economia pela Faculdade de Economia e Contabilidade (FEA/USP), doutorando em Planejamento Energético pela Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM/UNICAMP).


Gustavo R. Palauro
Pesquisador
Experiente em análise e inteligência de mercado na área de agronegócio e pesquisa em organização industrial. Foi integrante da equipe de economia florestal do CEPEA - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, atuando com análise de mercado e indicadores econômicos, consultor em gerenciamento de riscos na PwC e Analista de Pricing na SABIC IP. Economista pela Escola de Agricultura "Luiz de Queiroz" - ESALQ/USP - e Mestre em Economia Aplicada pela mesma instituição.


Karine Machado Costa
Pesquisadora
Experiente em Sistema de Informações Geográficas -SIG-, Serviços Ecossistêmicos -SE -, especialmente SE de Estoque de Carbono na Mata Atlântica, Conservação e Manejo de Recursos Naturais.
Bióloga pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com mestrado pelo Departamento de Ecologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo - USP, com foco em Ecologia da Paisagem.


Leonardo Munhoz
Pesquisador
Advogado, Mestre (LL.M.) em Direito Ambiental pela Pace University School of Law (New York - EUA), Mestrando em Direito dos Negócios pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (GVlaw), especialização lato sensu em Contratos Típicos e Atípicos pela mesma instituição e Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Foi Monitor/Assistente em Direito Ambiental no curso de Graduação em Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e é membro do New York City Bar Association.

Na Agroicone, tem experiência jurídico-consultivo em Direito Ambiental, Internacional e Comparado Brasil-EUA referente a questões ambientais, com ênfase em biodiversidade, biotecnologia, agricultura, meio ambiente e sustentabilidade, especialmente regulações florestais. Trabalhou em projetos de regularidade ambiental na produção agropecuária; também como Adviser na Missão Permanente de Moçambique nas Nações Unidas e auxilia nas agendas da Convenção de Diversidade Biológica e seus Protocolos.


Iara Yamada Basso
Pesquisadora
Gestora Ambiental e MBA em Gestão de Projetos (cursando) pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP). Auditora interna de Gestão Integrada - ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001.
Atua na gestão de projetos, análises qualitativas e suporte administrativo com experiência em projetos de sustentabilidade relacionados à restauração florestal e requisitos socioambientais.
Experiência com gestão de projetos e ferramentas de marketing e administração em Mumbai/Índia e consultoria para edificações e masterplans sustentáveis.



Mariane Romeiro
Assistente de Pesquisa
Experiência em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e Geoprocessamento aplicado à agronomia. Engenheira Agrônoma pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" ESALQ/USP - e técnica em Geomática pelo Colégio Técnico de Limeira - Universidade de Campinas - COTIL/UNICAMP.


Sofia Arantes
Pesquisadora visitante
Bidiplomação em Relações Internacionais e Economia (FACAMP), mestranda em Planejamento de Sistemas Energéticos pela Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM/UNICAMP). Experiência no setor sucroenergético e sistemas de integração com o uso de modelos e simulações econômicas. Estagiária na área de pesquisa, para suporte nos temas de uso da terra, sistemas produtivos de pecuária, cana-de-açúcar e bioenergia.


Marcelo Oliveira
Estagiário
Experiência em análise ambiental por Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e pesquisa acadêmica com desenvolvimento metodológico em estudo geográfico e cartográfico. Graduando em Bacharelado em Geografia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).


Douglas Silva
Controller
Contador com especialização em Controladoria de Empresas, possui mais de 20 anos de experiência nas áreas de Controladoria, Contabilidade, Financeiro, Tax e RH, dos quais 15 anos atuando em multinacionais espanholas. Participou ativamente junto ao CEO e CFO para definir o Planejamento Estratégico da companhia bem como para a elaborar e efetuar o seguimento do Budget Anual e Forecast Mensal com foco em análise de rentabilidade, acuracidade e razoabilidade dos projetos, suas margens planejadas e reais. Esteve a frente de grandes projetos de reorganização societária, fusões, cisões, incorporações e Duo Dilligence além de acompanhar os trabalhos das auditorias internas e externas com atuação preventiva para ausência de pontos e ou ressalvas nos relatórios.
Foi contador responsável pelas operações no Brasil atuando na elaboração completa das Demonstrações Financeiras, Balanço Patrimonial, DRE, DFC, Mutações do PL e Notas Explicativas de acordo com as normas internacionais de contabilidade IFRS. Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade Ibirapuera - SP (UNIB) e Especialista em Controladoria de Empresas pela Universidade Paulista - SP (UNIP)


Vanessa Mattos Oliveira
Assistente financeiro
Apoio à coordenação financeira na área de contas a pagar e a receber, como desenvolvimento de relatórios para prestação de contas para fornecedores e clientes. Responsável pelo atendimento às solicitações internas e externas referente ao setor financeiro. Também auxilia na área administrativa. Graduada em Gestão Financeira pela Universidade Paulista (UNIP).

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